�São os filhos, a essência do casamento? Não obrigatoriamente. O afeto romântico como apoio do casamento é muito recente. Durante anos funcionaram e continuam a funcionar os casamentos de convivência. Dizemos “convivência” e não “conveniência”, para o sentido pejorativo do termo a partir de logo, não é o que pretendemos. Compromissos de casal baseados no apoio afetivo, econômico e a cumplicidade —apesar de não mediar o contato sexual— conseguem ser formas de relação satisfatórias, desde que sejam honestas e que o pacto seja equilibrado.
Premissas básicas para o sucesso de cada casamento, que não tem por que estar baseada exclusivamente na ideia tradicional de família reprodutora. Mais bem, poderá se amplificar ao “pacto de apoio mútuo entre pessoas que se entendem e apreciam”. A charada sexual pode ser instituído individualmente e não em casal. No contrato, fica claro que não é um negociado comum, idêntico ao que determina o regime de separação de bens —para os casais que não querem gerenciar conjuntamente o seu património económico—.
- Celia McCorquodale, prima do noivo
- vinte e um h. O Sevilha reativa a opção de Sandro
- 1 Autarquia e americanismo (1939-1959)
- Interpretada por: Mary Elizabeth Mastrantonio
- Damifb 15:38, um junho 2006 (CEST)
Sob essas premissas —sem julgar que a reprodução é o término último da união—, a idéia de casamento poderá expandir e tornar-se mais receptivo. Pode incluir as pessoas que procuram e desejam um trato de convivência, porém que não desejam a monogamia ou a exclusividade sexual. Com esta filosofia, as uniões entre homossexuais teriam o mesmo motivo que qualquer outra, e os mesmos direitos —o
— que as uniões entre heterossexuais. Se aceitamos que o hiperlink reprodutivo não é prioritário no casamento —e que podem haver outros valores e sentimentos parelhos ou mais fortes do que ele—, tuas oportunidades aumentam consideravelmente. Nos países construídos, os detalhes apontam que há cada vez mais famílias de uma só pessoa e unifamiliares, da mesma forma menos casamentos.
É possível que as abordagens do casamento habitual comecem a perder o teu significado e, quem sabe, os estilos de convivência devem incluir outras premissas, onde o elo leitor não seja hegemônico. A opção de soltar o casal do encerramento leitor poderá parecer chocante. Mas, os tempos mudam.
A espécie humana de imediato não corre perigo de extinção e, quem sabe, possamos avançar para qualquer coisa mais em matéria de costumes sexuais, da independência e da tolerância. Que cada um respeitando os outros— possa escolher o tipo de elo que desejas manter. O desafio, assim sendo, será o de alcançar que as necessidades e os desejos de ambas as pessoas, corresponde o tipo de elo e o pacto que ele quer manter. A mais alternativas e alternativas, mais complexo pode ser surgir a um acordo, e corresponder em abordagens idênticos que são a apoio de toda combinação gratificante.