O Que Se Pode Estudar A Linguagem?


de certa forma, posso relatar que as expressões, a linguagem, têm sido o questão de meu interesse acadêmico desde muito cedo. Atrevo-Me a relatar que esta tendência se iniciou no início de meu trabalho como assistente pela cadeira de gramática inglesa em que antigamente se chamava Pedagógico de Gusmão, logo em seguida, Universidade de Chile sede Valparaíso.

Até esse momento, eu simplesmente falava em castelhano, dinamarquês ou inglês, sem prestar superior atenção à forma como o fazia, nem para o que acontecia em minha mente no momento em que muda de um idioma pra outro. Vagamente, lembro-me que me custava menos achar as palavras que eu precisava para falar o que queria manifestar quando falava em castelhano. Eu acho que isso é o que ocorre com a maioria das pessoas que, ao saber que eu me dedico à linguística, me perguntam genuína estranheza: o Que se poderá estudar a linguagem?

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É que geralmente falamos como respiramos, quer dizer, sem prestar maior atenção a essa maravilhosa maestria. O que me atraiu e me levou a aprofundar na gramática inglesa foi localizar a ordem e sistematização da língua. Os padrões ou estruturas parecem ser a todo o momento os mesmos, sempre que que o que mudava eram as frases que se sustituían nos incontáveis compartimentos que constituíam esses padrões. Era a data do estruturalismo em linguística e do começo da decadência do paradigma epistemológico positivista. Este linguista ginebrino, considerado o pai da linguística moderna, por ter postulado de forma concluente que o equipamento desta nova obediência, ao oposto dos estudos anteriores, era a língua que você deve ser descrita como um sistema de signos.

Para Saussure, um sistema era um todo cujas partes se relacionam entre si e com o todo. Essas relações são de dois tipos sintagmáticas ou combinatórias, que formam frases ou orações e associativas ou paradigmáticas, quer dizer, relações que se estabelecem entre todos os elementos que conseguem substituir-se mutuamente em qualquer ponto da oração.

Em todo o caso, graças aos estudos linguísticos, eu tinha achado uma apoio científica para a minha intuição sobre a sistematização e ordem das línguas, no entanto, como veremos, a minha satisfação teria de durar muito pouco. Na época de Saussure, o positivismo estava em declínio, sendo substituído, em outras disciplinas duras, o pensamento hipotético-dedutivo. Não obstante, este paradigma epistemológico demorou um tempo pra afetar os estudos da linguagem, de forma especial os realizados nos EUA, onde o sublime de localizar um “recurso de descoberta” objetivo, continuou ainda por um tempo. Em meados do século XX, a revolução epistemológica, atingiu os estudos da linguagem.

Da mesma forma a de Saussure atribui-se o começo da linguística estrutural ou descritiva, pra Noam Chomsky, e com justiça, foi-lhe atribuído o câmbio epistemológico como parâmetro dos estudos da linguagem. Na década de 1950, esse jovem linguista utilizou o método axiomático, proposto pelos flósofos de ciência em um quadro epistemológico racionalista. O segredo axiomático usa a abordagem hipotético-dedutiva para relatar as línguas, entendidas como concorrência, isto é, como um saber que o nativo falante adquire naturalmente, que utiliza de modo intuitiva e que permite gerar frases bem criadas em sua língua materna.

Estes conceitos estão, evidentemente, nos antípodas dos propostos na estrutura-lismo e a psicologia comportamental. De todos os conceitos inovadores que propôs o de innatismo foi, quem sabe, o mais resistido. Esta idéia me bateu e me lançou pra a rota da investigação. O nosso Departamento de Linguística, naquela época, alcançou certa notoriedade a grau internacional e nacional, devido, em fração, ao episódio de que asistíamos, muitas vezes, congressos pra apresentar palestras sobre o foco. No instante havia surgido com grande ímpeto, a chamada “psicologia cognitiva”, com a inovadora proposta sobre a existência dos estados mentais, entendidos como representações ou signos que se processam assim como este o pc processa as informações. Isso abriu a hipótese de aprender a mente por intermédio de técnicas experimentais.